terça-feira, 22 de setembro de 2015

Taxa de Cadastro

Vamos falar sobre a "Taxa de Cadastro" famosa TAC ou TC, tenho uma coisa para contar, a loja ou concessionaria ganha com a TAC, todos os bancos devolvem um valor para a loja, este valor gira entre R$ 180, 00 e R$ 320, 00, vamos lá como funciona? A concessionária te cobra R$ 590, 00 de TC ou TAC o banco fica com R$ 350, 00 e devolve R$ 240, 00 para a concessionária,  segue mais uma dica da assessoria do carro para você,  abra o olho e fique esperto,  em breve mais dicas.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Dicas de financiamento

Muito cuidado na hora de financiar um carro, tanto as lojas de carros usados quanto as concessionárias ganham com o financiamento o chamado "retorno" que nada mais é que a devolução de uma parte do valor para a concessionária, existe uma tabela para isso, mas isso e muito técnico e nao importa agora, como sabemos que isso esta sendo cobrado? Através de um documento chamado CET que assinamos junto com o contrato, CET quer dizer "Custo Efetivo Total" neste documento consta todas as informações de valores da operação, Quais os campos que devem ser observados com maior atenção:
Registro de contrato.
Taxa de cadastro (este é outro que vou contar como funciona em outro post).
IOF.
Se tiver alguma coisa diferente disso abra o olho vc pode estar sendo enganado, tome cuidado tambem com seguros adicionais como Seguro Prestamista e outros tipos de seguro você não é obrigado a aceitar estes produtos, apesar do Prestamista ser um produto interessante,  é isso abram o olho e fiquem espertos.

domingo, 13 de setembro de 2015

Comparativo os hatch's do momento.

COMPARATIVO: NOVO FORD FOCUS X VOLKSWAGEN GOLF
Focus 2016 ganha novo visual e tecnologias para manter liderança sobre Golf, que apela para esportividade para conquista.
 

VOLKSWAGEN GOLF E FORD FOCUS (FOTO: FABIO ARO)
Disputa de hatches médios costuma ser passional. Não é para menos, pois é a primeira categoria que pretende fisgar pelo apelo esportivo de verdade, aliado à boa dirigibilidade e muitos equipamentos de série. Para ficar ainda mais peso-pesado nessa luta, o Ford Focus chega às lojas reestilizado em agosto com o objetivo de manter a liderança sobre Volkswagen Golf. Colocamos os dois mais vendidos do segmento frente a frente para indicar a melhor opção de compra, mas já avisamos: aqui, a decisão é racional.
SAIBA MAIS

AVALIAÇÃO: FORD FOCUS FASTBACK 2.0 TITANIUM
TESTE: VOLKSWAGEN GOLF 1.4 COMFORTLINE DSG
NOVO OU USADO: FORD FOCUS HATCH
O Focus começa este comparativo com a bola cheia: a linha reestilizada entrega mais do que só um tapinha no visual porque tem a missão de manter o título de médio mais vendido do país. E esse não é qualquer desafio. Além de ter que encarar o queridinho Golf – tarefa difícil por si só –, sofre a pressão por saber que o rival vai ser nacionalizado este ano. Por R$ 95.900, a versão topo de linha Titanium Plus vai encarar o Golf Highline, sugerido a partir de R$ 89.900.
Desempenho
Em desempenho, não tem outra: o Golf leva a melhor. Equipado com motor 1.4 turbo a gasolina de 140 cv e afiadíssimo câmbio de dupla embreagem e sete marchas, ele precisa de 8,4 segundos para chegar a 100 km/h, ante 9,4 segundos do Focus, que, apesar dos 178 cv extraídos do já conhecido 2.0 flex, não tem um câmbio tão certeiro quanto o Volkswagen e nem os 25,5 kgfm de torque entregues a partir de 1.500 rpm. Apesar do bom casamento entre o motor e a caixa de dupla embreagem e seis marchas Powershift, seus 22,5 kgfm surgem mais tarde, a partir dos 4.500 giros. Isso quer dizer que o Golf arranca e retoma melhor, mas em altas velocidades o Focus tem mais fôlego, devido aos 38 cv extras.
O problema é se o motorista precisar de uma frenagem mais brusca, já que nesse teste o Ford deixou a desejar e foi o pior. A 100 km/h, precisou de 7,1 metros a mais do que o Golf para parar. E é por isso que ele levou a melhor nesse quesito.

VOLKSWAGEN GOLF E FORD FOCUS (FOTO: FABIO ARO
Resumidamente, dá para dizer que o Golf aposta na esportividade enquanto o Focus tenta equilibrar bem o conforto. A entrega de torque em uma faixa mais alta do que os rivais é compensada pelo bom câmbio PowerShift. No modo “D”, o hatch não perde o fôlego mesmo em subidas. Com o uso das novas aletas, o conjunto é suave nas trocas e responde com rapidez aos comandos.
Mas se você precisar pegar a estrada, abaixe uma posição na manopla do câmbio e deixe o Focus mais esperto. O modo esportivo “S” muda o comportamento do motor, que fica mais agressivo e divertido. O propulsor passa a trabalhar em giros altos, fazendo com que o ronco invada mais a cabine. Ficou ligeiramente mais econômico, mas ainda não conta com o sistema que desliga o motor em paradas para poupar combustível, que equipa o Golf. Com etanol, o Ford rodou 7,4 km/l na cidade e 11,4 km/l na estrada, enquanto o rival alimentado com gasolina aferiu médias de 10,1 km/l e 14,3 km/l, respectivamente.

INTERIOR VOLKSWAGEN GOLF (FOTO: FABIO ARO)
Quem quer um carro com desempenho mais arisco vai se divertir no Golf. Ele está sempre pronto para ser atiçado e responde com fôlego, independentemente da faixa de giro. As trocas são as mais rápidas e suaves dos três e também podem ser feitas por aletas.
A experiência a bordo reforça a intenção do Volks de ser mais apimentado. De boa empunhadura, seu volante tem diâmetro menor, revestimento de couro e base reta. A posição de dirigir é boa, mas tende a ser mais baixa. As suspensões deixam o hatch firme em curvas e transmitem as irregularidades do asfalto, porém sem torná-lo desconfortável.
Espaço e acabamento
Tanto Golf quanto Focus tem um bom nível de acabamento. O interior do Ford é visualmente mais interessante, por conta do layout e do design do painel de instrumentos, mas ele abusa demais do plástico texturizado. Já o Golf tem uma montagem impecável, mas peca pela sobriedade que faz parte do DNA da marca. Mas é quando a gente coloca o espaço interno na equação, que a balança pende mais para o lado do Focus. Apesar de seu entre-eixos ter apenas 1 centímetro a mais que o do concorrente, ele leva com mais conforto os ocupantes traseiros, devido ao túnel central mais baixo. Seu porta-malas também é maior: acomoda  347 litros, contra os 276 litros do Golf, segundo nossos testes.

INTERIOR FORD FOCUS (FOTO: FABIO ARO)
Equipamentos

É na comparação de itens de série que o Focus vira a briga difinitivamente contra o Golf. Mesmo mais caro, ele oferece como diferenciais teto solar, tela multimídia de 8 polegadas com GPS e tecnologia que chama ambulância em caso de acidente, além do sistema de estacionamento automático e frenagem autônoma. Por R$ 89.900, os diferenciais do Golf Highline são airbag de joelho e bancos esportivos. Quem quiser o mesmo nível de tecnologia do Focus deve gastar R$ 5.300 pelo teto solar e mais de R$ 20 mil por um kit com controle adaptativo de distância.
Custo de manutenção
Aqui há um empate. O Golf pode tem a menor desvalorização (10,3%) e o plano de revisões até 30 mil quilômetros é mais barato: sai por R$ 765 (sem a mão de obra inclusa), enquanto a desvalorização do Focus girar em torno de 12% e as revisões custam, em média, R$ 1.832. No entanto, o Volkswagen tem o seguro, em média, 35% mais elevado que o do Focus e cobra R$ 8.468 pela cesta de peças, enquanto a soma dos mesmos itens do Ford dá R$ 4.954. Ambos são vendidos com 3 anos de garantia.

COMPARATIVO: FORD FOCUS FASTBACK X NISSAN SENTRA
Vencedor: Ford Focus
Do ponto de vista de razão, o Focus leva a melhor nessa disputa. Enquanto produto, é o mais equilibrado entre desempenho, itens de conforto e custos de manutenção, apesar de não ser tão divertido de dirigir quanto o Golf, que pelo mesmo nível de equipamentos acaba cobrando mais. Mas, calma, gente! O Volkswagen nacional e com o novo motor 1.4 turbo flex está chegando até o final do ano e promete uma revanche daquelas para cima do novo Focus, ainda que deva dispensar o câmbio DSG em favor de um automático convencional.
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Ford Focus 2016
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Volkswagen Golf VII, chega para diminuir o atraso entre o portfólio da Volkswagen no brasileira em comparação com a europa
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Focus Hatch Golf
 
PONTOS FORTES

Nova geração tem desenho mais alinhado e atraente
Versão Titanium traz faróis de xênon e luzes diurnas de led
Acabamento interno ganhou refinamento
 
PONTOS FRACOS

O porta-malas foi de 328 litros para 316 litros
Espaço interno é praticamente o mesmo que a geração anterior
Largura da carroceria encolheu 2 cm (são 1,82 m)

sábado, 12 de setembro de 2015

Financiamento.

Onde financiar seu carro novo? Na Concessionária ou no seu Banco?
Em breve estarei explicando os prós e os contras...

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Honda Civic 2016

civic-novo-texas-1
A Honda confirmou nesta terça-feira (8) a apresentação da décima geração do Civic Sedan no dia 16 de setembro, com direito a transmissão ao vivo no YouTube. De acordo com o divulgado da montadora japonesa, o modelo recebe o “remake mais ambicioso da sua história de 43 anos”, com inspiração no Civic Concept, mostrado em abril deste ano durante o Salão do Automóvel de Nova Iorque.
Entre as novidades, o novo Honda Civic trará um novo visual “decididamente alegre, sofisticado e jovem”, além do primeiro propulsor com turbo para um modelo da fabricante nos Estados Unidos, no caso o 1.5 litro VTEC, dotado ainda de injeção direta de combustível, que trabalhará em conjunto com uma transmissão manual de seis velocidades ou uma também inédita automática do tipo CVT.
Além do sedã, a linha do Civic trará um hatchback de cinco portas, cupê e Si, além do esportivo Type-R.

Segredos e Flagras

Segredos e flagras

Avaliação Honda Fit LX

O Honda Fit é um dos carros queridinhos do Brasil. Em 2014, o modelo registrou seu melhor desempenho e foi o Honda mais emplacado após doze anos no mercado nacional. No acumulado do ano passado, foram comercializadas 53.699 mil unidades do monovolume e, não raro, ele lidera mercados como o de São Paulo capital.
Apesar da chegada do irmão HR-V, que fez com que a marca priorizasse a produção do modelo recém-lançado, a terceira e atual geração do Fit completou, em maio, um ano de vendas no topo do ranking da categoria, deixando a Chevrolet Spin para trás. Maior e com visual mais agressivo, veja se o sucesso do monovolume japonês continua a ter fundamento.
Impressões ao volante
A primeira impressão a bordo de um Honda Fit é positiva - é fácil se ajustar na cabine, há um bom número de porta-objeto, os botões estão bem posicionados e o espaço interno é muito satisfatório – o Fit oferece quatro tipos de rebatimento dos bancos. Na versão LX, há poucos comandos no volante, já que a versão não possui controle de velocidade de cruzeiro. Também faltam luzes de cortesia no para-sol. A falta de itens ainda continua a ser o ponto fraco do Fit menos equipado, mesmo que ele saia por um preço parecido com o de hatches completos.

Custo-benefício
O câmbio CVT e o motor 1.5 resultam em um bom casamento. As respostas são ágeis: basta que o motorista pise fundo no acelerador para que o velocímetro avance com rapidez. Outro ponto positivo é o silencio do motor, que a 120 km/h se mantém em 2.100 rpm. Caso o condutor queira mais esportividade, há a opção S, que segura o giro do propulsor em 2.500 rpm e o deixa mais pronto para responder ao pé direito. O Fit não tem desempenho digno de carros 1.5 - a junção do câmbio CVT com o novo motor faz com que ele pareça ter mais força e ser mais potente do que os modelos vendidos no mercado. Não há aquela apatia dos câmbios de variação contínua, o conjunto responde rápido e a arrancada de zero a 100 km/h é feita em 10,9 segundos.
A versão testada fica devendo quando o assunto é item de série. Os principais equipamentos da LX são ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, chave tipo canivete,  bluetooth, cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes, isofix, volante com ajuste de altura e profundidade, tomada 12 volts e volante com ajustes do sistema de som.
Honda Fit 2016 (Foto: Divulgação)
Com R$ 5.100, é possível comprar uma versão bem mais completa do próprio Fit, a EX. Por R$ 65.900, a linha acrescenta câmera de ré, faróis de neblina, grade frontal com acabamento black piano, repetidor de seta, áudio com visor LCD de cinco polegadas, computador de bordo, controle de velocidade de cruzeiro, volante com acabamento de couro, entre outros. Porém, o Fit mais caro já entra no território dos hatches médios e ainda deve recheio.
Comparado aos concorrentes, que podem variar de Ford Fiesta a Fiat Idea, o modelo também não é bem equipado. Por menos (R$ 58.390), dá pra comprar um Ford New Fiesta 1.6 SE Powershift com ar-condicionado automático digital, porta-malas com abertura elétrica, farol de neblina, sensor de estacionamento traseiro, entre outros. Sem falar nos controles eletrônicos de estabilidade e de tração, indisponíveis no Fit - ainda que sejam itens de série no companheiro de platafortma HR-V.
O Idea 1.6 na versão intermediária Essence custa R$ 52.920, R$ 7.880 a menos do que a versão avaliada do Fit para essa matéria. Com a mesma motorização e com câmbio manual de cinco marchas, o monovolume da Fiat não possui direção elétrica e tela sensível ao toque, ou seja, nada de câmera de ré. Mas possui ar-condicionado, computador de bordo, faróis de neblina, rádio com cd, mp3 e wma integrado ao painel, entradas USB e auxiliar, bluetooth e função áudio streaming, volante de couro e tomada 12V. Ou seja, se for para não ter itens como câmera de ré e farol de neblina, em sua grande maioria disponíveis como acessórios, vale a pena investir em modelos mais baratos.
Honda Fit LX 2016 (Foto: Editora Globo)
Comparado ao Idea e ao New Fiesta, o consumo de combustível do Fit é o melhor. O modelo da montadora japonesa faz 9,6 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada com etanol. O Fiat Idea (7,5 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada) e o Ford New Fiesta (7,5 km/l no trecho urbano e 10,3 km/l no rodoviário) tiveram indicies piores.
Vale a compra?
Depende. Se você priorizar itens como espaço interno, bons indices de consumo, dirigibilidade e desempenho, vale. Mas não espere ter um carro bem equipado e com bom acabamento, apesar de ter desembolsado mais de R$ 60 mil por ele. Apesar do acabamento de qualidade e da montagem bem feita, ainda há uso excessivo de plásticos simples em seu interior. Colabora para a sensação a ausência de apliques ou de itens de série como ar automático ou volante multifuncional. 
Ficha técnica
Motor: Dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16V, comando simples, flex
Cilindrada: 1.497 cm³
Potência: 115/116 cv a 6.000 rpm
Torque: 15,2/15,3 kgfm a 4.800 rpm
Transmissão: CVT, tração dianteira
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira
Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira
Pneus: 185/60 R15
Dimensões: Comprimento de 3,99 metros, largura de 1,69 metro, altura de 1,53 metro e distância entre-eixos de 2,53 metros
Capacidades: Tanque 45,7 litros; Porta-malas: 330 litros (aferido por Autoesporte)
Peso: 1.101 kg
Consumo
Urbano: 9,6 km/l
Rodoviário: 12,8 km/l
Desempenho
Aceleração 0-100 km/h: 10,9 segundos
Aceleração 0-400 m: 17,9 segundos
Aceleração 0-1.000 m: 32,2 segundos
Retomada 40-80 km/h (Drive): 5,6 segundos
Retomada 60-100 km/h (D): 6,4 segundos
Retomada 80-120 km/h (D): 7,7 segundos
Frenagem 100-0 km/h: 40,4 metros
Frenagem 80-0 km/h: 32,1 metros
Frenagem 60-0 km/h: 15,1 metros